The effect of Geographical Indications on Economic Development

Main Article Content

Denise Lemos Garcia
Gabriel Francisco da Silva
André Luiz Gomes de Souza
José Pereira Mascarenhas Bisneto
Emerson de Sousa Silva

Abstract

The understanding of a Geographical Indication (GI), under an economic point of view, is connected to a strategy that aims at adding value to products or services whose characteristics are related to the territories in which they are inserted, with the premise of strengthening territorial economies, mainly in rural areas. GIs associated to agri-food products not only add value to these products, but also aim at providing easier access to either internal and/or external markets, promoting the inclusion of rural producers or disfavored regions in terms of commercial trade routes, besides contributing to the sustainable use of biodiversity and, consequently, of local genetic resources. Therefore, this work aims at providing an overview of the main scientific works regarding Geographical Indications (GIs) focused on the development of regional economies, especially in rural areas, considering in natura products. The methodology employed consisted of carrying out a systematic literature review on Scopus, Web of Science and Science Direct databases, based on a sequence of themes (Geographical Indication, Economic Development, Brazilian products in natura). Therefore, it was necessary to select the scientific articles corresponding to the combination of keywords, while also considering those works published in the last 10 years and with a score higher than 25 points, according to the criteria adopted in this work. The results of this research demonstrate the importance of GIs for promoting local economic development, through production and local services, adding value to the agri-food market and to its capacity in generating jobs and wealth.

Downloads

Download data is not yet available.

Article Details

How to Cite
Denise Lemos Garcia, Gabriel Francisco da Silva, André Luiz Gomes de Souza, José Pereira Mascarenhas Bisneto, & Emerson de Sousa Silva. (2019). The effect of Geographical Indications on Economic Development. International Journal for Innovation Education and Research, 7(11), 1248-1263. https://doi.org/10.31686/ijier.Vol7.Iss11.1997
Section
Articles

References

[1] Almeida, A.C.R.A de; Alimonda, H.A.; Meirelles Júnior, J.C. et al. Rural Territorial Development with Social Management: The Case of Geographic Indication of Paraty’s Cachaça. European Journal of Economics, Finance and Administrative Sciences. ISSN 1450-2275 Issue 81 October, 2015.

[2] Almeida, G. O.; Oliveira, L.B.de; Russo, S.L. Noções de bibliometria: um passo a passo. In: RUSSO,
Suzana Leitão et al. (orgs.). Propriedade intelectual, tecnologias e empreendedorismo. Aracaju: API, 2017. pp. 87-95.

[3] Almeida, S.L.; Paiva Júnior, F.G.; Costa, C. et. al. Geographical Indication Re-signifying Artisanal Production of Curd Cheese in Northeastern Brazil. Rev. Adm. Contemp. [online]. Rio de Janeiro: 2016, v. 20, n. 6, art. 4, pp. 715-732.

[4] Andion, C. A Gestão no Campo da Economia Solidária: Particularidades e Desafios. RAC, v. 9, n. 1, Jan./Mar.: 79-101. 79ª, 2010.

[5] Bakkalbasi, N.; Bauer, K.; Glover, J. et al. Three options for citation tracking: Google Scholar, Scopus and Web of Science. Biomedical Digital Libraries, v. 3, n.7, 2006. pp.1-8.

[6] Brandão, B.O.; Santos, J.A.B. A valorização dos produtos tradicionais através da indicação geográfica: o potencial do aratu de Santa Luzia do Itanhy. Rev Bras Desenvolvimento Regional, Blumenau, 4 (2), p. 149-175, 2016.

[7] Brasil. Lei nº 9.279/96, dispõe sobre a Lei de Propriedade Industrial. Brasília: Senado Federal, 1996.

[8] Brasil. Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Portaria nº 95, de 28 de dezembro de 2018, dispõe sobre estabelecimento de condições voltadas para a obtenção de registro de uma indicação geográfica. Disponível em: http://www.inpi.gov.br/menu-servicos/indicacao-geografica/legislacao-indicacao-geografica-1. Acesso em: 07 ago. 2019.

[9] Bruch, K.L.; Vieira, A.C.P.; Gaspar, L.C.M.; Araújo, M. V.. Technical norms for Geographical Indications and their reflexes for the wine sector. BIO Web Conferences. Vol.9, 2017 40th World Congress of Vine and Wine.

[10] Campos, L.S.; Chacur, D.F. Indicação Geográfica como Instrumento de Desenvolvimento Econômico Sustentável. Rio de Janeiro: Universidade Candido Mendes, 2015.

[11] Cei, L.; Defrancesco , E.; Stefani, G. From Geographical Indications to Rural Development: A Review of the Economic Effects of European Union Policy," Sustainability, MDPI, Open Access Journal, vol. 10(10), 2018, pp. 1-21.

[12] Cerdan, C. Produtos localizados, desenvolvimento territorial e patrimônio cultural: indicações geográficas e estratégias de desenvolvimento territorial. In. Indicações geográficas qualidade e origem nos mercados alimentares. NIERDELE, P. A. (Org.). Porto Alegre: UFRGS. 2013.

[13] Cerdan, C.M.T.; Bruch, K.L.; Silva, A.L. et al. Indicação Geográfica de produtos Agropecuários: importância histórica e atual. In. Pimentel, L.O. (Org.). Curso de Propriedade Intelectual e inovação no agronegócio - modulo II Indicação Geográfica/ministério da agricultura, pecuária e abastecimento. Brasília: MAPA, 2013.

[14] Conneely R., Mahon M.. Protected geographical indications: institutional roles in food systems governance and rural development", Geoforum, n.60, 2015, pp.14-21.

[15] Dullius, P. R. Indicações geográficas e desenvolvimento territorial: as experiências do Rio Grande do Sul. Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da Universidade de Santa Maria. Santa Maria –RS. 2009.

[16] Elsevier. Scopus. Dados da plataforma. Disponível em: https://www.elsevier.com/pt-br/solutions/scopus. Acesso em: 13 jun. 2019.

[17] Fagundes, P. de M. et al. Geographical indication as a market orientation strategy: an analysis of producers of highquality wines in Southern Brazil. Database Marketing & Customer Strategy Management, Houndmills, v. 19, n. 3, p. 163-178, 2012.

[18] Faria, L.I.L.; Bessi, N.C.; Milanez, D.H. Indicadores tecnológicos: estratégia de busca de documentos de patentes relacionados à instrumentação aplicada ao agronegócio. Cadernos de Ciência & Tecnologia, Brasília, v. 31, n. 1, jan./abr., 2014.

[19] Ferenhof, H.A.; Fernandes, R.F. Desmistificando a revisão de literatura como base para redação científica: método SSF. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, SC: v. 21, n. 3, ago./nov., 2016.

[20] Ferreira, A.M. et al. Indicação Geográfica no Brasil: aspectos legais. In: VR Dallabrida. Território, identidade territorial e desenvolvimento regional: reflexões sobre Indicação Geográfica e novas possibilidades de desenvolvimento com base em ativos com especificidade territorial. São Paulo: LiberArs, 2013. p. 127-134.

[21] Gollo, S.S.; Castro, A.W.V. Indicações geográficas: o processo de obtenção da indicação de procedência Vale dos Vinhedos Serra gaúcha/RS/Brasil. Congresso da SOBER, 45., 2007, Londrina. Anais... Londrina: SOBER, 2007.

[22] Jean, B. Do desenvolvimento regional ao desenvolvimento territorial sustentável: rumo a um desenvolvimento territorial solidário para um bom desenvolvimento dos territórios rurais. In: Vieira, P.F. et al. (Org.). Desenvolvimento territorial sustentável no Brasil. Florianópolis: Aped; Secco, 2010.

[23] Maiorki, G.J.; Dallabrida, V.R. A indicação geográfica de produtos: um estudo sobre sua contribuição econômica no desenvolvimento territorial. Interações, Campo Grande, v. 16, n. 1, p. 13-25, jan./jun. 2015.

[24] Malacarne, A.; Nunes-Silva, L.; De-Bortoli, R. Geographical Indication as a Tool for Regional Development: An Opportunity for Small Farmers to Excel in the Market. International Journal of Social Science and Humanity, Vol. 9, No. 2, May 2019.

[25] Marie-Vivien D., Garcia, C.A. Kushalappa, C. G., Vaast. P. Trademarks, Geographical Indications and Environmental Labelling to Promote Biodiversity: The Case of Agroforestry Coffee in India. Development Policy Review, 32, nº 4 (2014): 379-398.

[26] Niederle, P.; Gelain, J. Geographical indications in Brazilian food markets: Quality conventions, institutionalization and path dependence. Journal of Rural Social Sciences, 28(1), 2013, pp. 26–53.

[27] Neilson, J.; Wright, J.; Aklimawati, L. Geographical indications and value capture in the Indonesia coffee sector. Journal of Rural Studies, 59, 2018, pp. 35-48.

[28] Pellin, V.; Vieira, A.C.P. Contributions of geographical indications for territorial strengthening in rural space: a case study in southern Brazil. Espacios. Vol. 36 (nº 08), 2015.

[29] Pimentel, L.O. Os desafios dos aspectos legais na prática de estruturação das Indicações Geográficas. São Paulo: LiberArs, 2013. p. 135-143.

[30] Ramos, B.D.; Fernandes, L.R.R.M.V.; Souza, C.G. de. An Overview of Geographical Indications in Brazil. Journal of Intellectual Property Rights, Vol 17, March 2012, pp 133-140.

[31] Sacardo, M.S.; Hayashi, M.C.P.I. Bibliometria e epistemologia: balanços avançados da produção científica em educação interface física com educação. In: Hayashi, M.C.P.I. (Org.). Bibliometria e cientometria: estudos temáticos. São Carlos: Pedro e João, 2013.

[32] Sandroni, P. Dicionário de economia. São Paulo: Atlas, 1994

[33] Santos, A.S.; Valente, L.R.R.M.; Medeiros, M.F.T. Geographical Indications (GIS) as a tool to reach the sociocultural development: a prospection of the brazilian territory. Revista GEINTEC– ISSN: 2237-0722. Aracaju/SE. Vol. 9, n. 1, p. 4769-4785, jan/fev/mar – 2019 4769. D.O.I.: 10.7198/geintec.v9i1. 1167.

[34] Santos, M.. Território. Globalização e Fragmentação. 4. Ed. São Paulo: Hucitec, 1998.

[35] _________ O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2006.

[36] ScienceDirect. Database. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/. Acesso em: 09 jun. 2019.

[37] Thesaures. Database. Disponível em: https://www.thesaurus.com/. Acesso em: 12 jun. 2019.

[38] Varella, M.D.; Barros, A.F.G. Indicações Geográficas e Arranjos Produtivos Locais. In: ____. Propriedade Intelectual e Desenvolvimento. São Paulo: Lex, 2015.

[39] Vieira, A.C.P.; Buainain, A.M.; Vieira Júnior, P.A. Proteção da biotecnologia na agricultura. Revista de direito privado, São Paulo, v. 30, p. 49-73, 2011.

[40] Web of Science. Database. Disponível em: https://clarivate.com/webofsciencegroup/solutions/web-of-science/. Acesso em: em 10 jun. 2019.

[41] Wilkinson, J.; Cerdan, C.; Dorigon, C. Geographical Indications and “Origin” Products in Brazil – The Interplay of Institutions and Networks. World Development Vol. 98, pp. 82–92, 2017.