CONTRIBUTIONS OF FIGURES NUMBERS IN THE DEVELOPMENT OF GEOMETRIC THOUGHT

Main Article Content

Maria José Costa dos Santos
Arnaldo Lopes Bezerra

Abstract

This study was constituted with the purpose of promoting reflections on Mathematics of basic education, from a transdisciplinary view of teaching and learning processes. To do so, we aim to analyze the contributions of figures in the development of geometric thinking. We characterize this research in empirical-exploratory, because for Lakatos and Marconi (2017), this type of research distinguishes itself as a scientific process of investigation that allows the researcher to formulate questions, with three purposes: to raise hypotheses, to increase the familiarization of the researcher in order to research, modify or clarify concepts, based on a qualitative and quantitative approach, according to the depth of the discussion about the object in question. For this, we look for information in other researches, databases of universities and virtual libraries, periodicals.  We hope that the results contribute to the critical and ethical awareness from views of the importance of the development of mathematical thinking, but specifically of geometric thinking, aiming at non-rupture with arithmetic thinking, in order to interweave with algebraic thinking . We consider this research relevant because mathematics teaching is based on abstract content that often makes no sense to the student, and here we show a part of mathematics that is formal but can be fun when well crafted in the classroom. Finally, we present pedagogical tools of innovation, aimed at contributing to the emancipation of the knowledge of this science, without ruptures.


Keywords: Geometric thinking. Figurative numbers. Mathematics Teaching.

Downloads

Download data is not yet available.

Article Details

How to Cite
Santos, M. J. C. dos, & Bezerra, A. L. (2019). CONTRIBUTIONS OF FIGURES NUMBERS IN THE DEVELOPMENT OF GEOMETRIC THOUGHT. International Journal of Innovation Education and Research, 7(1), 16-30. https://doi.org/10.31686/ijier.Vol7.Iss1.1277
Section
Articles
Author Biography

Arnaldo Lopes Bezerra, PPGE/UFC

Master of the program of the Graduate Program in Education

References

ALVES, Francisco R. V.; NETO, Hermínio B.; MAIA, José A.D.( 2012.). História da Matemática: os números figurais em 2D e 3D. Disponível em: http://conexoes.ifce.edu.br/index.php/conexoes/article/download/477/324. Acesso em 10 de novembro de 2018.
BOYER, Carl B. (1974). História da Matemática, Edgard Blücher, São Paulo.
BRASIL.(2010). Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação infantil.- Brasília: MEC, SEB.
__________.Secretaria de Educação Fundamental. (2000). Parâmetros curriculares nacionais: volume 1 – Introdução aos parâmetros curriculares nacionais. 2. ed. Brasília: MEC/ SEF, 2000, 126p. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2014. 86 p. – (Série legislação; n. 125)
BORGES NETO, Hermínio. e DIAS, A. M. I. (1999). Desenvolvimento do raciocínio lógico- matemático no 1.º grau e na pré-escola. Cadernos de Pós-Graduação em Educação: Inteligência – enfoques construtivistas para o ensino da leitura e da Matemática. v. 2 Fortaleza, CE: Imprensa Universitária/UFC.
D’AMBRÓSIO, B. S. (1993).“Formação de professores de matemática para o século XXI: o grande desafio”. In: Pró-posições, v. 4, n.1 (10), pp. 35-41.
D’AMBROSIO, U. (1999). Uma análise dos Parâmetros Curriculares em Matemática. Educação Matemática em Revista. Número 7, ano 6.
DANTE, Luiz Roberto. (2009).Matemática Dante, Volume único, São Paulo, 1º edição, Ática.
DAVIS, Harold T. (1992).Tópicos de história da matemática para uso em sala de aula. São Paulo, Atual.
EVES, Howard. (1997). Introdução à História da Matemática, Unicamp, Campinas.
FIORENTINI, Dario., MIORIM, M. A. & Miguel, A. (1993). Contribuição para um Repensar... a Educação Algébrica Elementar, In: Pro-Posições, Revista Quadrimestral da Faculdade de Educação – Unicamp. Vol. 4, nº 1 [10]. Campinas: Cortez Editora, p.78-91.
GALERA, Maria Cristina Solaeche. (1998). Sistema de tabulación de coeficientes binomiales o triângulo de Pascal: un modelo numérico rasga El telar de los tiempos. Venezuela, Divulgaciones matemáticas. n.1, p.61-68, v.6.
GUIMARAES, Sergio. (1995). Pedagogia - dialogo e conflito. São Paulo, Cortez.
FREIRE, Paulo. (1987). Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro, editora: Paz e Terra.
IFRAH, Georges. (1997). História Universal dos Algarismos: a inteligência dos homens contada pelos números e pelo cálculo. Tomo 1. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
IMENES, Luiz Márcio Pereira. (1999). Os números na história da civilização. São Paulo: Scipione. (Coleção Vivendo a matemática).
IMBERNÓN. (2002). Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. 3ª. Edição. – São Paulo: Cortez.
LAKATOS, I. (1976). Proofs and Refutations, J. WORRAL e E. ZAHAR(eds.). Cambridge: Cambridge University Press.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. (2017). FUNDAMENTOS DE METODOLOGIA CIENTÍFICA. 8. ed. São Paulo: Atlas.
ORTIGÃO, Maria Isabel Ramalho, SANTOS, Maria José Costa dos e AGUILAR JUNIOR, Carlos Augusto. (2017). Pesquisa em avaliação: algumas reflexões. GEPEM, Rio de Janeiro.
PAIS, Luiz Carlos. (2001). Didática da Matemática: uma análise da influência francesa. Belo Horizonte: Autêntica.
PERRENOUD, Philippe. (2000). 10 Competências para Ensinar. Trad. Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas Sul.
PONTE, J. P. (2005). Álgebra no currículo escolar. Educação e Matemática, 85, 36-42.
PRETTO, Nelson de Luca. (2002). Formação de professores exige rede. In Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v.20,.Maio-Ago,p. 121-131.
LINS, Rômulo C.,GIMENEZ Joaquim. (2006). Perspectivas em Aritmética e Álgebra para o Século XXI 7a. ed. São Paulo: Papirus.
SANTOS, Maria José Costa dos.; ORTIGAO, M. I. R. (2016).Tecendo redes intelectivas na Matemática nos anos iniciais do ensino fundamental: relações entre currículo e avaliação externa (SPAECE). REMATEC. Revista de Matemática, Ensino e Cultura (UFRN), v. 1, p. 59-72.