Telectronic Government and Process Innovation

The perception of Municipal Public Managers

Authors

DOI:

https://doi.org/10.31686/ijier.vol9.iss10.3458

Keywords:

e-Government, Innovation, RS State Portal

Abstract

This study aimed to identify and interpret the municipal public managers in the use of the electronic portal of the State of Rio Grande do Sul. Thus, the applied and quantitative research was carried out with 62 municipal managers from the municipalities of Rio Grande do Sul. As a result, it was observed that the electronic portal is seen as process innovation, which minimizes public administration and user spending, and enables process improvements for the citizen. It was also observed that the variables were grouped into three factors: technology, processes and interaction, with no variance between the groups by mesoregions. Finally, it was observed that there is a moderate positive correlation between Technology and Processes, Technology and Interaction, and Processes and Interaction.

Downloads

Download data is not yet available.

References

ABRUCIO, F. L. Trajetória recente da gestão pública brasileira: um balanço crítico e a renovação da agenda de reformas. Revista Administração Pública, v.41, p. 67-86, 2007. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-76122007000700005

AGUNE, R. M.; CARLOS, J. A. Gestão pública no Brasil contemporâneo. São Paulo: Fundap, 2005.

ALAWNEH, A.; AL-REFAI, H.; BATIHA, K. Measuring user satisfaction from e-Governmen tservices: lessons from Jordan. Government Information Quarteley, v. 30, n.3, pp. 277-288, 2013. DOI: https://doi.org/10.1016/j.giq.2013.03.001

ALSHEHRI, M.; DREW, D.; ALFARRAJ, O. A comprehensive analysis of e-government services adoption in Saudi Arabia: obstacles and challenges. International Journal of Advanced Computer Science and Applications, v. 3, n. 2, pp.1-6, 2012. DOI: https://doi.org/10.14569/IJACSA.2012.030201

ANDER-EGG, E. Introducción a las técnicas de investigación social: para trabajadores sociales. 7. ed. Buenos Aires: Humanitas, 1978.

BARBOSA, A. Governo Eletrônico: dimensões da avaliação de desempenho na perspectiva do cidadão. 2008. Tese. 265f. Doutorado em Administração. Escola de Administração da Fundação Getúlio Vargas. São Paulo, 2008.

BARROS, M. V. G.; REIS, R. S. Análise de dados em atividades físicas e saúde. Londrina: Mediograf, 2003.

BRASIL. Lei Complementar 101, de 4 de maio de 2000. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp101.htm>. Acesso em: 04 abr. 2017.

BRASIL. Lei 12.527, de 18 de novembro de 2011. Disponível em:< http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm>. Acesso em: 04 abr. 2017.

BRASIL. Lei 13.243, de 11 de janeiro de 2016. Disponível em:< http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13243.htm>. Acesso em: 4 de abr. 2017.

BRASIL. Lei Complementar 131, de 27 de maio de 2009. Disponível em:< http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp131.htm>. Acesso em: 04 abr. 2017.

BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. eMAG: modelo de acessibilidade em Governo Eletrônico. Brasília: MP, SLTI, 2014.

BRESSER PEREIRA, L. C.; SPINK, P. Reforma do Estado e Administração pública gerencial. 7 ed. 2006 REIMP 2007. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2007.

CETIC.BR. Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação. Governo eletrônico: novas perspectivas para cidadãos e empresas. Ano 3, n. 1, 2011.

COLLIS, J.; HUSSEY, R. Pesquisa em administração: um guia prático para alunos de graduação e pós-graduação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.

CUNHA, M. A. V. C. Governo Eletrônico no Brasil: avanços e impactos na sociedade brasileira. In: BARBOSA, A. (Org.). Pesquisa sobre o uso das tecnologias da informação e da comunicação no Brasil: 2005-2009. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2010.

DAMIAN, I. P. M. Um modelo para análise de sites de governos eletrônicos. 2012. 222f. Tese (Doutorado em Ciências) - Universidade de São Paulo, 2012.

DENCKER, A. de F. M.; VIÁ, S. C. da. Pesquisa empírica em ciências humanas: com ênfase em comunicação. 2. ed. São Paulo: Futura, 2002.

DIAS, I. D. M. A relação entre a reforma da administração pública e tecnologias da informação no Governo do Estado de São Paulo. Universidade de São Paulo. São Paulo, p. 169, 2008.

ELSEVIER. Site institucional. Disponível em: <https://www.elsevier.com/about>. 2016. Acesso em 05 abr. 2016.

FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.

FERRER, F.; SANTOS, P.(Org.). E- Government: o governo eletrônico no Brasil. São Paulo: Saraiva, 2004.

FOUNTAIN, J. Building the Virtual State: information technology and institutional change. Harrisonburg: Brookin Institution Press, 2001.

GOVERNO ELETRÔNICO. Portal Eletrônico. 2016. Disponível em: <http://www.governoeletronico.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=19&Itemid=29/>. Acesso em: 07 abr. 2016.

GREMBERGEN, W. V. Strategies for Information Technology Governance. London: Idea Group, 2004.

GUIMARÃES, T. A.; MEDEIROS, P. H. R. A relação entre governo eletrônico e governança eletrônica no governo federal brasileiro. Cadernos Ebape, v. 3, n. 4, p. 01-18, 2005. DOI: https://doi.org/10.1590/S1679-39512005000400004

HAIR, J. F. Jr. et al. Multivariate Data Analysis. 5 ed. Prentice Hall: Upper Saddler River, NJ, 1998.

HAIR, J. F. et al. Análise multivariada de dados. 6. ed.São Paulo: Bookman, 2009.

HAMEL, G. The future of management. Boston: Harvard Business School Pub., 2007.

HIGGINS, J. M. Innovate or evaporate: test & improve your organization’s iq: its innovation quotient. New Management, 1995.

HUTCHESON, G.; SOFRONIOU, N. The multivariate social scientist. London: Sage, 1999. DOI: https://doi.org/10.4135/9780857028075

JONASH, R. S.; SOMMERLATTE, T. O valor da inovação: como as empresas mais avançadas atingem alto desempenho e lucratividade. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

KETTL, D. F. Public bureaucracies. In: RHODES, R. A. W.; BINDER, S. A.; ROCKMAN, B. A. The oxford Handbook of Political institutions, 366-385. Oxford: Oxford University Press.

LEVIN, J. Estatística Aplicada a Ciências Humanas. 2a. Ed. São Paulo: Editora Harbra Ltda, 1987.

MANOHARAN, A.; HOLZER, M. Active citizen participation in e-government: a global perspective. Hershey, Pa.: Information Science Reference, 2012. DOI: https://doi.org/10.4018/978-1-4666-0116-1

MANUAL DE OSLO. Diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre inovação. 3. ed. OECD/FINEP, 2005.

MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011.

MARÔCO, J. Análise estatística com o SPSS Statistics. ReportNumber, Lda, 2011.

MILWARD, H. B.; SNYDER, L. O. Electronic government: linking citizens to public organizations through technology. Journal of Public Administration Research and Theory, v. 6, n.. 2, p. 261-275, 1996. DOI: https://doi.org/10.1093/oxfordjournals.jpart.a024310

MISURACA, G. C. E-government 2015: exploring m-governments scenarios, between ICT-driven experiments and citizen-centric implications. Technology Analysis & Strategic Management, v. 21, n. 3, p.407-424, 2009. DOI: https://doi.org/10.1080/09537320902750871

MORA, M. Governo eletrônico e aspectos fiscais: a experiência brasileira. Texto para Discussão n. 1089, IPEA, 2005.

MORENO, M. C. L. Avaliação de Governo Eletrônico (e-government): análise do portal de Cabo Verde. 2014. Dissertação. 127f. Mestrado em Administração de Organizações. Universidade de São Paulo: USP, 2014.

OLIVEIRA, L. G. de. Inovação no setor público: uma reflexão a partir das experiências premiadas no Concurso Inovação na Gestão Pública Federal. Brasília: Caderno ENAP, 2014.

ONU. Organização das Nações Unidas. United Nations E-Governmen tsurvey 2014: e-government for the future wewant. New York: Department of Economic and Social Affairs, 2014.

PALLANT, J. SPSS Survival Manual: A Step by Step Guide to Data Analysis Using SPSS for Windows Version 15. 2015. Disponível em: <https://www.researchgate.net/publication/234812476_SPSS_Survival_Manual_A_Step_by_Step_Guide_to_Data_Analysis_Using_SPSS_for_Windows_Version_15>. Acesso em: 05 abr. 2017.

PINA, V.; TORRES, L.; ROYO, S. Are ICT simproving transparency and accountability in the EU regional and local governments? Na empirical study. Public Administration, v. 85, n. 2, p. 449-472, 2007. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1467-9299.2007.00654.x

POPPER, K. R. A lógica da pesquisa científica. 10 ed. São Paulo: Cultrix, 2003.

PRADO, E. P. V. et al. Iniciativas de governo eletrônico: análise das relações entre nível de governo e características dos projetos em casos de sucesso. Revista Eletrônica de Sistemas de Informação, v. 10, n. 1, p.1-24, 2010. DOI: https://doi.org/10.5329/RESI.2011.1001005

SCHAWB, A. J. Eletronic Classroom. 2007. Disponível em: <http://www.utexas.edu/ssw/eclassroom/schwab.html> Acesso em: 10 fev. 2017.

SCHERER, F. O.; CARLOMAGNO, M. S. Gestão da inovação na prática: como aplicar conceitos e ferramentas para alavancar a inovação. São Paulo: Atlas, 2009.

SCHUMPETER, J. A. The theory of economic development. Cambridge: Harvard University Press, 1912.

SCHUMPETER, J. A. The theory of economic development. Cambridge. Harvard University Press, 1934.

SCHUMPETER, J. A. Teoria do desenvolvimento econômico: uma investigação sobre lucros, capital, crédito, juro e o ciclo econômico. São Paulo: Nova Cultural, 1982.

SEBRAE. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Faça diferente: inovar é um ótimo negócio. Brasília: ANPEI, 2009.

SILVA, S. P. Estado, democracia e internet: requisitos democráticos e dimensões analíticas para a interface digital do Estado. 2009. Tese. 425 f. Doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporânea. Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2009.

SILVA, R. L. (org.). Direitos Emergentes na Sociedade Global: Anuário do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFSM. Ijuí: Uniijuí, 2013.

SIMANTOB, M.; LIPPI, R. Guia valor econômico das empresas. São Paulo: Globo, 2003.

STAHL, B. The paradigma of E-Commerce in E-Government and E-Democracy. In: HUANG, W; SIAU, K; WEI, K. Eletronic Government strategies and implementation. Hershey: Idea Group, 2005.

STREINER, D. L. Being inconsistent about consistency: when coefficient alpha does and doesn´t matter. Journal of Personality Assessment. v. 80, pp. 217-222. 2003. DOI: https://doi.org/10.1207/S15327752JPA8003_01

TABACHNICK, B. G.; FIDELL, L. S. Using Multivariate Statistics. 5. ed. Boston: Allyn and Bacon, 2007.

TAKAHASHI, S.; TAKAHASHI, V. P. Gestão da inovação de produtos: estratégia, processo, organização e conhecimento. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

TIDD, J.; BESSANT, J.; PAVITT K. Gestão da inovação. 3. ed Porto Alegre: Bookman, 2008.

WEST, D. M. Digital Government: techonology and public sector performance. Princeton: Princeton University Press, 2005.

Downloads

Published

01-10-2021

How to Cite

Kiekow, A. S., Motta, M. . E. V. da, Camargo, M. E., Dullius, A. I. dos S., Ansuj, A. P., & Neto, A. T. M. (2021). Telectronic Government and Process Innovation: The perception of Municipal Public Managers. International Journal for Innovation Education and Research, 9(10), 342–356. https://doi.org/10.31686/ijier.vol9.iss10.3458

Most read articles by the same author(s)