The Relevance of Learning Brazilian Sign Language to The Socialization of Deaf People

Main Article Content

Thelma Helena Costa Chahini
Ana Karina Verde Sampaio Mendes
Naysa Christine Serra Silva

Abstract

Through Law nº 10.436 of April 24, 2002, the Brazilian Sign Language (LIBRAS) was made official as a way of communication and expression. From it, the visual-motor language system, with its own grammatical structure, constitutes a language system for transmitting ideas and facts, originating from deaf people communities in Brazil.  The Brazilian Law for the Inclusion of Persons with Disabilities (Law nº 13.146 of July 6, 2015) establishes, among others, the provision of bilingual education, with LIBRAS as the first language, and the writing mode of Portuguese as a second language in bilingual schools and classes, as well as in inclusive schools. Within this context, a descriptive exploratory research was conducted at the Center for the Training and Support of Deaf People (CAS), in São Luís/MA. We aimed at investigating the relevance of learning Brazilian Sign Language in the socialization of deaf people, considering the perception of CAS students. Ten deaf students who were currently learning LIBRAS at the Center participated in the study, out of which seven were males and three were females aged between 17 and 36 years old. Data were collected through semi-structured interviews, considering the ethical procedures involving human beings. Results indicated that deaf students learning LIBRAS at CAS do so due to a number of reasons, such as communicating with hearing people, learning, working, having autonomy, being able to leave home, making friends, and spending time with other people. Within this context, the LIBRAS interpreter is of great relevance to the social, educational and professional inclusion of deaf people, as well as a communication mediator between deaf and hearing people. However, the LIBRAS teaching-learning process still requires a more efficient socialization and/or operationalization, aiming to reach society in general, and to include deaf people, thus breaking up myths, stigmas, prejudices, discriminations and unfavorable social actions related to the disability and their human potential. Employing a sensitive look and listening to the exclusion situations many deaf people are suffering is urgently needed to safeguard the respect to the human being and to the deaf people’s culture.

Downloads

Download data is not yet available.

Article Details

How to Cite
Costa Chahini, T. H., Verde Sampaio Mendes, A. K. ., & Serra Silva, N. C. . (2020). The Relevance of Learning Brazilian Sign Language to The Socialization of Deaf People. International Journal for Innovation Education and Research, 8(9), 331-340. https://doi.org/10.31686/ijier.vol8.iss9.2638
Section
Articles
Author Biography

Thelma Helena Costa Chahini, Universidade Federal do Maranhão

Mestre em Educação pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Doutoranda em Ciências da Educação pela Lusófona de Lisboa/Portugal

References

CARVALHO, P. V. Breve história dos surdos no mundo e em Portugal. Lisboa: Surd’Universo, 2007.

DAMÁSIO, M. F. Educação especial de pessoas surdas: uma proposta inclusiva (Tese de doutorado). Campinas: Universidade Estadual de Campinas, 2005.

BRASIL. Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm. Acesso em: 10 julho de 2019.

BRASIL. Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm. Acesso em: 20 de julho de 2019.

BRASIL. Lei nº 12.319 de 1º de setembro de 2010. Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12319.htm. Acesso em: 10 de julho de 2019.

FERNANDES, E. (Org.). Surdez e bilinguismo (2ª ed.) Porto Alegre: Mediação, 2008.

GESSER, A. LIBRAS? Que língua é esta? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2000.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas. 2010.

GOLDFELD , M. Acriança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio interacionista. São Paulo: Plexus, 2000.

HONORA, M., & Frizanco, M. L. E. Livro ilustrado de língua brasileira de sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. São Paulo: Ciranda Cultural, 2009.

INES. Instituto Nacional de Educação de Surdos. Conheça o Ines. Disponível em: http://www.ines.gov.br/conheca-o-ines. Acesso em: 20 julho de 2019.

LACERDA, C. B. F. Os processos dialógicos entre aluno surdo e educador ouvinte: examinando a construção de conhecimentos (Tese de doutorado). Campinas: Universidade Estadual de Campinas, 1996.

LACERDA, C. B. F. A prática pedagógica mediada (também) pela língua de sinais: trabalhando com sujeitos surdos. Cadernos Cedes, 20(50), 2000.

LARAIA, R. B. (2001). Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.

MAGALHÃES JUNIOR, E. Sua Majestade, o intérprete: o fascinante mundo da tradução simultânea. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.

NEGRELLI, M. E. D., & MARCON, S. S. Revista Ciência, Cuidado e Saúde, 5(1), 98-107, 2006.

PERLIN, G., & MIRANDA, W. A performatividade em educação de surdos. In N. R. L. Sá. Surdos: qual escola? (pp. 101-117). Manaus: Editora Valer e Edua, 2011.

PINTO, G. U. Imaginação e formação de conceitos escolares: examinando processos dialógicos na sala (Tese de doutorado). Piracicaba: Universidade Metodista de Piracicaba, 2010.

PORTAL EDUCAÇÃO. Importância do Intérprete de Libras. Disponível em:https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/importancia-do-interprete-de-libras/41273. Acesso em: 09 de junho de 2019.

QUADROS, R. M. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

SÁ, N. R. L. Cultura, poder e educação de surdos. Manaus: Editora da Universidade Federal do Amazonas, 2002.

SACKS, O. (2010). Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

SILVA, A. da. Atendimento educacional especializado. São Paulo: MEC/SEESP, 2007.

SILVA, F. A. M., & Treml, R. A. A inclusão do aluno surdo na rede regular de ensino. Uniletras, 31(1), 11-31, 2009.

SKLIAR, C. (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Editora Mediação, 1998.

STELLING, E. O aluno surdo e sua família. In: Instituto Nacional de Educação de Surdos (Org.). Repensando a educação da criança surda. Rio de Janeiro: INES, 1996.

STUMPF, M. Relato de experiências: a educação bilíngue para surdos: relatos de experiências e a realidade brasileira. In R. M. Quadros, & M. R. Stumpf. Estudos surdos IV (pp. 426-450). Petrópolis: Arara Azul, 2009.

TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2008.